quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Bom Noite meninas, nesse blog falaremos um pouco de tudo , somos três responsáveis por aqui .



Sinopse: Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.
"acordo.
Imediatamente preciso saber quem sou.

Não se trata apenas do corpo – de abrir os olhos e ver se a pele é clara ou escura, se sou gordo ou magro, garoto ou garota, se tenho ou não cicatrizes. O corpo é a coisa mais fácil a qual se ajustar quando se está acostumado a acordar em um corpo novo todas as manhãs. é a vida, o contexto do corpo, que pode ser difícil de entender




Resenha : “ Todo dia” é um daqueles livros que você gosta logo de cara, como aconteceu comigo . David Levithan consegue criar uma hitória de amor linda e criativa ao meu ver e ao mesmo tempo contemporânea . 

A é o personagem principal deste romance. Sim o nome do personagem é “A” . A tem 16 anos , Não é homem e nem mulher , A não te características , como gordo ou magro , ruivo ou loiro . A é um icognita . Ele acorda todo dia no corpo diferente ,o tanto que essa pessoa tenha sua mesma idade.

“Todo dia sou uma pessoa diferente , Eu sou eu, sei que sou eu , mas também sou outra pessoa . Sempre foi a sim. Pág.07

David Levithan teve uma sacada genial ao desenvolver esse livro. Imagine os diversos adolescentes espalhados pelo mundo, cada um vivendo sua vida de forma particular, enfrentando seus próprios demônios e medos, lidando com casos sérios de depressão, problemas com drogas, desavenças familiares, doenças incuráveis... São tantas perspectivas, tantos olhares diferentes para um mesmo mundo, tantas dores e traumas, não é mesmo? Agora imagine tudo isso em um único livro, idealize um jovem, um ser dotado de uma habilidade inexplicável, que diariamente aterrissa de paraquedas em uma dessas vidas, vidas que não são suas, mas que o fazem sentir a vontade incompreensível de querer se suicidar para acabar com a dor, ou a ânsia de querer enxergar e/ou andar e não poder, ou ainda a vontade de amar e ser amado pelo que é, não pelo que aparenta ser. Como sobreviver a tantas lições de vida?

O grande ponto do livro é definitivamente as diferentes perspectivas que ele apresenta, as vidas distintas dos jovens habitados pelo ‘A’, e a maneira que cada um deles suporta sua própria carga de problemas. É tão forte vê-los lidando com seus medos, ao passo que chega a ser angustiante compartilhar algumas dessas experiências.


Além das reflexões o livro também tem um belo romance. Todas as mudanças que ocorrem na vida de ‘A’ são causadas por esse sentimento, que tem a mania de transformar tudo e todos ao seu redor: é por causa do amor que ele cria coragem para lutar pelo que quer, é por meio do amor que ele cria esperanças de ter uma vida diferente, e é por amor que ele abre seu coração.


Quotes:

"Se tem uma coisa que aprendi, é isso: todos nós queremos que tudo fique bem. Nem mesmo desejamos que as coisas sejam fantásticas, maravilhosas ou extraordinárias. Satisfeitos, aceitamos o bem, porque, na maior parte do tempo, bem é o suficiente."

"Que história é essa sobre o instante em que você se apaixona? Como uma medida tão pequena de tempo pode conter algo tão grande? De repente, percebo por que as pessoas acreditam em déjà vu, por que acreditam em vidas passadas; porque não há meio de fazer com que os anos que passei na Terra sejam capazes de resumir o que estou sentindo. O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si -tudo isso reorganizado para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás e agora você acaba de perceber que chegou ao local onde sempre deveria ter estado."

"Posso ficar parado bem ali e observá-la. Posso ver que a tristeza voltou. E não é uma tristeza bonita; a tristeza bonita é um mito. A tristeza transforma as feições em argila, não em porcelana. Ela está se arrastando."

"A autopreservação de nada adianta se você não consegue conviver com o eu que está preservando."

"Eu sempre fico impressionado com pessoas que sabem que algo está errado mas ainda insistem em ignorar, como se isso, de alguma forma, fizesse com que os problemas desaparecessem. Elas se poupam do confronto, mas terminam ressentidas de qualquer maneira."

"Na minha experiência, desejo é desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero. Apaixonei-me por indivíduos. Sei que é difícil as pessoas fazerem isso, mas não entendo por que é tão complicado quando é tão óbvio."

"As pessoas não dão valor à continuidade do amor, assim como não dão valor à continuidade do corpo. Não percebem que a melhor coisa sobre o amor é a sua presença constante. Assim que você estabelece isso, sua vida ganha uma base extra. Mas se você não pode ter essa presença constante, só tem uma base para sustentá-lo, sempre"


Créditos , Literatura News blogger.

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